
Este blog tem o objetivo de deixar a galera, que curte as diversas manifestações de arte, “antenada” com o que rola no mundo do cinema, música, teatro, literatura e afins. A partir de resenhas, críticas, artigos bem “sacados” e muitas dicas, levamos a todos que fazem parte dessa grande “panela cultural” um pouquinho do nosso ponto de vista sobre tudo o que acontece em nossa amada comunidade, no Brasil e no mundo. Nós temos um prazer enorme em receber a visita de vocês aqui. Deleitem-se!
Thursday, June 30, 2011
SE BEBER, NÃO CASE II

RINGO STARR VIRÁ AO BRASIL PELA PRIMEIRA VEZ

Mais um ex-Beatle deve desembarcar no Brasil para shows. Depois de Paul McCartney, é a vez de Ringo Starr tocar no país. Ringo e a banda All Star Band vão fazer sete shows no Brasil em novembro, como parte da nova turnê mundial. Além das músicas da carreira solo, como "Photograph", ele deve tocar clássicos dos Beatles, como "I wanna be your man", "Yellow Submarine" e "With a little help from my friends". O baterista, que no próximo dia sete faz 71 anos, deve abrir a turnê brasileira em Porto Alegre, no dia 10 de novembro. Depois, ele vai a São Paulo, para shows nos dias 12 e 13 de novembro. O Rio de Janeiro é parada dele no dia 15; Belo Horizonte no dia seguinte; Brasilia no dia 18 e, finalmente, Recife, no dia 20. Os ingressos devem começar a ser vendidos no dia 11 de julho. Os pontos de venda e valores vão ser divulgados em breve. Confira "Photograph", seu maior hit solo:
Tuesday, June 28, 2011
TUDO QUE VOCÊ QUERIA SABER SOBRE O ROCK NACIONAL NOS ANOS 80, MAS TINHA MEDO DE PERGUNTAR

Pra você que é muito jovem (ou que é das “mais antigas” como eu, porém cheio de saudosismo) já deve ter passado por um tema recorrente nas conversas de bares ou na rodinhas de amigos, que é o movimento do rock nacional (o BRock) dos anos 80. Mas afinal o que foi tal movimento? Quem foram seus expoentes? O que de tão bom teve nessa época que causa tanto saudosismo nas pessoas? Saiba mais um pouco agora aqui no Outros 300. Primeiramente (e peço imenso perdão às turmas das outras décadas), mas o que tem de melhor de rock e pop no Brasil surgiu naquela época. Mitos como Renato Russo e Cazuza, e grandes estrelas como Herbert Viana, Paula Toller, Nasi, Lobão, Paulo Ricardo e Humberto Gessinger (dentre outros) surgiram nessa década. Outros, oriundos da década de 70 consolidaram suas carreiras exatamente na década seguinte, como Raul Seixas, por exemplo. A explosão do rock nacional, enquanto fenômeno de massa na década de 80, começou com o lançamento de duas bandas que quebraram todos os tipos de paradigmas que eram a Gang 90 e as Absurdettes, seguida por sua contrapartida pela carioca, a Blitz e seu grande sucesso "Você não soube me amar", de 1982, tendo integrantes como Lobão, Evandro Mesquita e Fernanda Abreu, artistas em voga até hoje. Impulsionado pelo sucesso o Sudeste do Brasil revelou mais algumas grande bandas como os cariocas do Os Paralamas do Sucesso, Kid Abelha e Os Abóboras Selvagens, e Barão Vermelho, todas impulsionadas por shows feitos no mítico Circo Voador (localizado a principio em Ipanema e depois na Lapa) local levantado literalmente com uma lona de circo em 1982 por artistas amadoras a fim de terem um local para se apresentar, e os paulistas Ultraje a Rigor, RPM, Titãs e Ira! Com os sucessos das bandas do eixo Rio-São Paulo, outras regiões do país mostraram que também tinham suas grandes bandas como no Sul com os gaúchos Engenheiros do Hawaii e Nenhum de nós, o Nordeste com os baianos do Camisa de Vênus e principalmente o Centro-Oeste com os brasilienses Legião Urbana, Plebe Rude e Capital Inicial. O mais interessante é que movimento do rock nacional da década de 80 foi concebido por bandas que imprimiam as mais diversas formas de arte e temática que iam desde performances teatrais, paródias, temas de amor, da juventude , a até ferozes críticas sóciais. Apesar desta variedade temática o movimento era unitário e homogênio. Único mesmo! Abaixo alguns discos imperdíveis desta década:
Radio Atividade – Blitz – 1983
Selvagem? – Paralamas do Sucesso – 1986
Maior abandonado - Barão Vermelho - 1984
Cabeça dinossauro – Titãs – 1986
Que país é este? – Legião Urbana – 1985
Longe demais das capitais – Engenheiros do Hawaii – 1986
Educação sentimental – Kid Abelha – 1985
O rock errou – Lobão – 1986
Nós vamo invadir sua praia – Ultraje a rigor – 1985
Vivendo e não aprendendo – Ira! – 1986
Rádio Pirata (ao vivo) – RPM - 1986
SHOW DO MELHOR DO KID ABELHA - IMPERDÍVEL!

O show – “Glitter de Principiante”
Para a nova turnê, pelo menos onze hits do grupo que não entraram no “Acústico MTV” vão estar no roteiro do show, incluindo vários dos primeiros discos dos anos 80 que há tempos o trio não entoava (o que já vale seu esforço para ir a este show). Para deleite dos fãs, estão de volta Seu espião, Alice, Garotos, Dizer não é dizer sim e Todo meu ouro, entre outras jóias pop iniciais. Além disso, os sucessos mais recentes como Em 92, Nada sei e a releitura da balada soul Na rua, na chuva, na fazenda também vão estar presentes no repertório. Entre as novidades, a música Glitter de principiante e Veio do tempo.
Biblioteca Pública promove debate com escritora Ana Laura Nahas na quinta-feira (30)

O projeto é destinado a estudantes, professores, profissionais liberais, e leitores em geral. Contempla cerca de 60 pessoas em cada encontro, que é mensal. São convidados sempre dois escritores, um deles exerce o papel de crítico e mediador, para conversar e debater experiências literárias, suas obras, seus personagens, o contexto histórico em que foram escritas, além de outras curiosidades.
Todo Sentimento
A obra que estará em debate é "Todo Sentimento", uma seleção de 30 crônicas de Ana Laura Nahas, publicadas no período de quatro anos, no jornal A Gazeta. A autora reúne textos sobre fatos rotineiros, política, arte, e histórias de amizade. Recentemente, ela organizou o projeto "Todo Sentimento por Aí", em que 30 exemplares do livro foram espalhados por 10 cidades brasileiras, com o intuito de despertar a leitura de crônicas em lugares públicos. Também promoveu a ação "Troque um livro seu pelo meu", onde recebeu exemplares de diversos livros em troca de um volume da obra "Todo Sentimento".
Ana Laura Nahas
A paulista Ana Laura Nahas, é cronista do jornal A Gazeta desde março de 2004, e em 2009 lançou seu primeiro livro, "Todo Sentimento". A escritora é formada em jornalismo pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), já trabalhou no jornal "Folha de São Paulo", e nas revistas "Bravo", "Bizz", "Aventuras na História", "Quatro Rodas"e "Vip". Atualmente é editora de produções especiais da redação multimídia da Rede Gazeta, e diariamente comenta as notícias que são destaques na Rádio CBN Vitória.
Caê Guimarães
Caê Guimarães é jornalista e escritor. Nasceu no Rio de Janeiro em 1970. Foi criado no Espírito Santo onde passou a maior parte da vida. Viveu por cinco anos entre Ouro Preto e Belo Horizonte. É autor de "Por baixo da pele fria" (poesia); "Entalhe Final" (conto); "Quando o dia nasce sujo" (poesia); e "De quando minha rua tinha borboletas" (poesia).
Há dois anos vem desenvolvendo um trabalho de interface da poesia com a música e as artes plásticas intitulado "eletropoemas". Guimarães é cronista do jornal A Gazeta, onde também é titular da coluna Entrelinhas, do caderno Pensar, escreve no site www.caeguimaraes.com.br, e ministra oficinas de texto e poesia.
Serviço
"Debate-papo: um dedo de prosa entre o escritor, o crítico literário e o público leitor"
Data: Quinta-feira (30)
Horário: 19 horas
Escritora: Ana Laura Nahas
Mediador: Caê Guimarães
Entrada franca
Local: Biblioteca Pública do Espírito Santo
Av. João Batista Parra, 165 - Vitória
Telefone - (27) 3137 9349.
E-mail - sebp@secult.es.gov.br
Museu Vale exibe “Anticorpos”, primeira retrospectiva dos Irmãos Campana no Brasil

“Anticorpos” – Irmãos Campana
Museu Vale
Antiga Estação Pedro Nolasco, s/n - Argolas - Vila Velha - ES - Brasil
Telefone: 27 3333.2484
Período: 20 de abril a 03 de julho 2011
Horário: de terça a domingo, das 10 às 18 h
www.museuvale.com
Sunday, June 26, 2011
TOP 10 – AS 10 MELHORES CAPAS DE DISCOS DE TODOS OS TEMPOS
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1. Velvet Underground and Nico (Velvet Underground, 1967) – “The Velvet Underground and Nico” é geralmente chamado de "álbum da banana", já que possui o desenho de uma banana feito por Andy Warhol. As cópias iniciais do álbum convidavam o dono a "descascar lentamente e ver" (no inglês, "peel slowly and see", que viria a ser o nome de uma das coletâneas da banda). Descascando o adesivo, revelar-se-ia uma banana de cor de carne. A arte de Andy Warhol era a arte do desejo. Warhol desejou o Velvet, talvez não sexualmente. Desejou-os em sua vida-arte-vida. |
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2. Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band (The Beatles, 1967) – A ideia de celebrar os grandes ídolos dos Beatles foi de Paul McCartney. “Sgt. Pepper’s” não só se destacou por sua música, mas pelo conceito e pela capa feita com uma fotografia de Michael Cooper com os quatro Beatles vestidos como sargentos diante de uma colagem feita por Peter Blake com vários rostos de pessoas célebres, entre os quais Marilyn Monroe, Marlon Brando, Bob Dylan, Karl Marx, Cassius Clay, D.H. Lawrence, Aleister Crowley e até Shirley Temple. Para evitar processos, a gravadora pediu autorização às personalidades. Muitos acreditam que a capa contém uma mensagem oculta sobre a suposta morte de Paul McCartney, já que na parte inferior do disco parece haver uma tumba adornada com flores e um contrabaixo (também feito de flores) e com três cordas apenas, o que significaría que faltava um Beatle. Foi o primeiro disco a vir com as letras das canções impressas. |
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3. Secos e Molhados (Secos e Molhados, 1973) - Fazendo jus ao nome do grupo, um então fotógrafo do jornal carioca “Última Hora”, chamado Antônio Carlos Rodrigues, produziu uma mesa de jantar com produtos vendidos em armazém (nome genérico para “secos e molhados”), onde vemos broas, lingüiças, cebolas, grãos de feijão, vinho barato da marca Único, etc. O nome do grupo, em cima da mesa, em letras roxas brilhantes, alude à placa que João Ricardo teria visto numa visita à Ubatuba e que lhe deu a ideia para o nome do conjunto. Dentro das bandejas, estão as cabeças de Ney Matogrosso, João Ricardo, Gerson Conrad e Marcelo Frias. |
8. Sem Título (Roberto Carlos, 1971) - Inicia-se a maior transformação de identidade da história do artista. Roberto Carlos abandona as personas de roqueiro rebelde e baladeiro soul rumo à construção do ícone romântico, inspirado em cantores como Frank Sinatra. Entretanto, a capa, de Carlos Henrique Lacerda, não passou em branco. Ao invés de uma foto, a capa do disco traria um desenho, fato raro na discografia do Rei. A obra gerou algumas lendas. Alguns comparam o desenho com o rosto de Cristo. Por utilizar o preto e dourado sobre o branco, muitos também acreditam que aquilo era uma forma de o Roberto assumir que era o Rei. |
9. Sem Título (Led Zeppelin, 1971) – Foi com seu quarto álbum, totalmente sem identificação (mas chamado de “IV”), que o quarteto inglês chegou ao auge de sua fase mística. A enigmática capa mostra um velhinho carregando vários galhos amontoados. Na verdade, a imagem é uma pintura que está pendurada na parede de uma casa que está desmoronando. Para descobrir, você tem de olhar o encarte e a capa interna. É um dos álbuns mais vendidos da história, com mais de 23 milhões de cópias vendidas somente nos Estados Unidos. As vendas a nível mundial estimam-se para cerca de 37 milhões de cópias. |
10. In the Court of The Crimson King (King Crimson, 1969) – “In the Court of the Crimson King” é o álbum de estreia da banda inglesa de rock progressivo King Crimson. O disco foi muito importante e influente no desenvolvimento do rock psicodélico, do rock progressivo e do heavy metal. Combina uma musicalidade excepcional e letras poéticas. A bizarra pintura que aparece na capa de “In the Court of The Crimson King” tem um nome. Ela se chama “21st Century Schizoid Man”, que também dá nome a uma das faixas do disco. A obra é um trabalho do artista e programador de computador inglês Barry Godber. Foi a única capa de disco que ele pintou, já que morreria precocemente aos 24 anos. |