quarta-feira, 2 de outubro de 2013

LIVRO LANÇADO EM PROL DE AJUDAR O INSTITUTO BRAILLE. SAIBA MAIS

Uma bonita iniciativa irá ocorrer no Shopping Norte Sul nesta sexta. Trata-se do lançamento do livro 'Retalhos da Vida' cujo renda obtida com as vendas será revertida para ajudar o Instituto Braille de Vitória. Saiba mais lendo a matéria completa.  



Lançamento do livro 'Retalhos da Vida'
Renda com vendas será revertida para o Instituo Braille

No mês de outubro, o Shopping Norte Sul traz diversas programações culturais, envolvendo recreações infantis, lançamentos de livros, ações educativas, entre outros.

Na próxima sexta-feira, dia 4 de outubro, a partir das 19 horas, a professora e administradora de recursos humanos – aposentada – Marinalva Campos Tackla lança livro de crônicas e poesias intitulado “Retalhos da Vida”. 


Na ocasião, haverá um coral do Instituto Braille com mais de 90 vozes abrilhantando o evento. Após à apresentação do coral, o grupo de teatro do Instituto irá declamar uma poesia. No dia do lançamento do livro, toda a renda da venda do mesmo será revertida para o Instituto Braille. O lançamento do livro “Retalhos da Vida” é uma extensão do projeto Café com Letras, que retorna no início do ano de 2014.

Serviço:
Lançamento Livro “Retalhos da Vida” com participação Coral do Instituto Braille
Data: 04 de outubro de 2013
Horário: 19 horas
Local: Praça de Alimentação do Shopping Norte Sul

terça-feira, 1 de outubro de 2013

NEY MATOGROSSO EM VITÓRIA

O cantor Ney Matogrosso fará uma apresentação em Vitória neste fim de semana. Saiba onde, quando e quanto custará os ingressos para o show lendo a matéria completa. 

Por Leandro Reis

 Divulgação

As muitas vozes de Ney Matogrosso

Na apresentação no próximo sábado, em Vitória, cantor é acompanhado por um exuberante e moderno cenário


Quando Ney de Souza Pereira subiu ao palco com o Secos & Molhados pela primeira vez, ele não sabia como se comportar. No início da década de 1970, Ney era ator, e nada mais do que isso. Vinha do teatro e não compreendia as nuances da música. Então, resolveu que precisava de um substituto: Ney Matogrosso. “Me deram um espaço de 1m² no palco. Eu disse que ia fazer o que me desse na telha”, diz.

A partir daí, entendeu-se por cantor. Começou, em meio à ditadura, a construir seus 40 anos de performances extravagantes, transgressões sonoras e interpretações arrebatadoras. Neste sábado, o septuagenário Ney Matogrosso leva essa carga libertária para a Arena Vitória, com a apresentação da turnê “Atento aos Sinais”.

Se fosse levado em conta apenas o repertório sonoro, o show de Ney Matogrosso poderia ser descrito como uma compilação de canções de outros músicos. Ney não é compositor. Em “Atento aos Sinais”, ele canta Itamar Assumpção (“Fico Louco”), Dani Black (“Oração”), Lobão (Vida Louca”) e outras músicas, entre clássicos e faixas contemporâneas.

Mas quando o cantor sobe ao palco, com sua voz aguda de contratenor, subverte os sentidos e transforma em suas as músicas de Paulinho da Viola (“Roendo as Unhas”), Cazuza (“Poema”) e Criolo (“Freguês da Meia-Noite”). É como se fossem duas vidas em uma só, masculina ou feminina. Ney Matogrosso é Carmen Miranda no corpo de David Bowie. “Sempre subi (ao palco) como um personagem. Não há aquela mesma agressividade do começo. Fui amadurecendo, ficando mais seguro”, diz o cantor. “Mas os figurinos continuam provocadores. A intenção é que provoquem impacto no público.”

EXTRAVAGÂNCIA

Na apresentação, Ney é acompanhado por um exuberante e moderno cenário, criado por Luiz Stein e Marcus Paulista. O figurino, alternado pelo cantor durante a turnê, é assinado por nomes como Milton Cunha, Ocimar Versolato e Marta Reis. Tudo foi confeccionado para que as roupas dialoguem entre si, desligadas do tempo. “São extravagantes. Não são irreconhecíveis, mas não têm época. Podem ser do futuro”, explica o cantor.

O conceito de shows provocativos vem de muito tempo, como se sabe. Desde os anos 1970, ainda durante a repressão do governo do general Emílio Garrastazu Médici, Ney Matrogosso já se pintava e utilizava adereços incomuns (penas de pavão, chifres de carneiro) nas apresentações do Secos & Molhados, grupo que andou pelo lado mais selvagem da MPB, ao lado de Os Mutantes.

Embora tenha atuado na seção mais transgressora da música brasileira daquela época, com pitadas de rock progressivo e poesias cantadas, Ney Matogrosso nunca estudou música. Diz, aliás, que não ouve música no dia a dia.

“Ouço música quando estou no carro, porque ligo o rádio para saber das notícias”, diz o cantor. “Passo pelas cidades e as pessoas me dão discos. Quando estou prestes a fazer um trabalho, ouço tudo de uma vez.” Assim, descobriu os citados Criolo e Dani Black, além dos grupos Tono e Zabomba, compositores de algumas canções presentes em “Atento aos Sinais”, que deve virar disco de estúdio ainda neste ano.

Ney Matogrosso observa, apesar de afastado da música, como a indústria fonográfica se comporta. Daí as quatro décadas estáveis de trajetória artística. “Fico surpreso (pelos 40 anos de carreira). Vivemos em um país que tem mentalidade descartável.” Segundo ele, um dos motivos da estabilidade é a preocupação maior com as turnês. “Sempre ganhei meu sustento com os shows”, diz.

A produtividade dá ao cantor de 72 anos a vantagem de olhar para frente, apesar de o caminho já percorrido parecer maior. São sete décadas de inconformismo como combustível. Recentemente, até, Ney Matogrosso andou falando sobre política, situação pouco usual em sua carreira. A contestação sempre se deu no palco. E deve continuar lá, ele diz. “As pessoas vão se lembrar de mim como quem sempre defendeu o direito de expressão. Que defendeu todas as liberdades.”

Atento aos Sinais, com Ney MAtogrosso

Quando: sábado, às 22h30 (abertura dos portões às 20h30). Onde: Arena Vitória. Av. Beira Mar, Bento Ferreira, Vitória. Estacionamento: R$ 20. Ingressos: R$ 30 (meia/ arquibancada), R$ 500 (mesa/ setor amarelo), R$ 600 (mesa/ setor cinza), R$ 700 (mesa/ setor roxo) e R$ 800 (mesa/ setor laranja). Mesas vermelhas esgotadas. Pontos de venda: Lojas Cristalis Acessórios (Shopping Vitória, Shoping Mestre Álvaro e Shoping Boulevard Vila Velha), Magia do Perfume (Shopping Vitória e Shopping Praia da Costa) e no site www.blueticket.com.br. Classificação: 16 anos (será permitida a entrada de adolescentes 12 a 15 anos, desde que acompanhados pelos pais). Informações: (27) 3062-0714, (27) 3350-5050 ou pelo site www.patrickribeiro.com.br

Artista lança CD e DVD em parceria

Após o sucesso da primeira apresentação conjunta em 2009, a performance intensa de Ney Matogrosso voltou a encontrar o talento do compositor Dan Nakagawa, em duas apresentações em São Paulo. Misturados a imagens de bastidores, os shows saem agora em CD e DVD, sob o nome de “Dan Nakagawa Convida Ney Matogrosso”. O trabalho é composto por 12 faixas, entre elas o clássico “Sangue Latino”, do Secos & Molhados.
Retirado integralmente de A Gazeta

TUDO SOBRE 'MATO SEM CACHORRO' QUE ESTREIA NESTE FIM DE SEMANA NOS CINEMAS

Comédia estrelada por Bruno Gagliasso, Leandra Leal e Danilo Gentili, 'Mato sem Cachorro' promete arrancar boas risadas de sua platéia. O filme estreia neste fim de semana no estado. Saiba um pouco mais sobre ele lendo a matéria completa. 

Por Rafael Braz

Divulgação

No meio do caminho tinha um cachorro...

Em "Mato Sem Cachorro", o bichinho é responsável por uma aventura amorosa


“Mato Sem Cachorro”, de Pedro Amorim, estreia sexta-feira nos cinemas do Estado. Protagonizado por Leandra Leal, Bruno Gagliasso e diversos cachorros, o filme também traz o apresentador e humorista Danilo Gentili em um papel de destaque, além da presença de outros nomes como Rafinha Bastos.

Na trama, Deco (Bruno Gagliasso) e Zoé (Leandra Leal) se conhecem após o primeiro quase atropelar um cãozinho. Ao descobrirem que o animal poderia ser sacrificado, eles resolvem adotá-lo. Dois anos depois do início do namoro, a relação chega ao fim. Zoé fica com Guto (o cachorro) e resolve dar uma chance ao ex-namorado. Incentivado pelo primo Leléo (Danilo Gentili), Deco elabora um plano para sequestrar Guto, a última lembrança que ele tem dos tempos felizes ao lado de Zoé.

Segundo o diretor Pedro Amorim, Zoé foi criada pensando em Leandra Leal. “Queríamos dar veracidade às cenas, e ela era perfeita para isso”, conta. O fato de o filme se passar quase todo na Zona Sul do Rio de Janeiro também contribuiu para que Leandra aceitasse o papel.

Carioca como sua personagem, a atriz diz ter se sentido em casa em Copacabana, além de ter ficado muito feliz ao ter um papel escrito especialmente para ela. “O cenário é muito importante no filme. É legal porque é um cenário super tradicional no cinema brasileiro”, analisa Leandra.

Uma das novidades que ela encontrou foi o fato de trabalhar com um animais em cena. “Eles são super treinados! É legal porque você tem que estar o tempo todo preparada para o que o cachorro vai fazer. Você tem que reagir àquilo”.

Enquanto Leandra tem mais de 20 filmes no currículo, “Mato Sem Cachorro” marca a estreia de Bruno Gagliasso e Danilo Gentili nas telonas. “Adoro trabalhar com o Bruno. Ele sempre se entrega em todos os projetos e foi muito legal esse filme em que ele não é galã”.

'O SANTO DOS ÚLTIMOS DIAS' - SAIBA QUEM ELE É

Em tempos nada razoáveis ser uma pessoa boa requer muito esforço, ainda mais ser um santo. Então quem poderia ser "O Santo dos Últimos Dias" no Brasil? Esta e a resposta que o jornalista Jonas Rosa dará em seu livro. Saiba mais lendo a matéria completa.

Por Leandro Reis

Divulgação

Jonas Rosa lança primeiro livro de ficção

Em "O Santo dos Últimos Dias", o autor discorre sobre a solidão humana


Depois de publicar contos, crônicas e um livro sobre a política regional do Espírito Santo, o jornalista Jonas Rosa lança sua primeira obra de ficção, “O Santo dos Últimos Dias: Quem Amou Solange de Belleview?”. O lançamento acontece amanhã, às 19h30, no Shopping Norte Sul, em Jardim Camburi.

Na obra, Jonas entrelaça as histórias dos personagens Divino e Solange de Belleview. A trama é ambientada em um Espírito Santo recriado no passado, de forte ligação com o sobrenatural. Nascido na vila de Monte Carmelo, noroeste do Estado, o jornalista diz que a vida na roça influenciou o contexto do livro, embora não tenha utilizado autobiografia no texto.

“O leitor vai perceber alguns aspectos de São Pedro do Itabapoana e regiões mais antigas de Vitória. Mas é uma construção fictícia”, diz o autor.

O livro, que Jonas classifica como uma novela, tem narrativa rápida. Se estiver desocupado, o leitor conseguirá ler “O Santo dos Últimos Dias” em um fôlego só.

O manejo da língua vem do jornalismo. Jonas trabalhou, inclusive, em A GAZETA. No jornal, ouviu muitas histórias e aprendeu a conhecer mais a natureza humana. “Passei a ouvir mais as pessoas. O resultado é poder escrever uma história de ficção com pontuações da realidade”.

Influenciado por escritores como Gabriel García Marquez e Ernest Hemingway – ambos jornalistas –, Jonas diz que usou a história do livro para versar, também, sobre a solidão humana. Na obra, os personagens principais não têm amparo de familiares ou amigos. “É o retrato do que vivemos hoje, algo oculto, mas que existe. Divino e Solange estão sozinhos na história.”
Retirado integralmente de A Gazeta

CRÍTICA DO FILME 'O TEMPO E O VENTO'

'O Tempo e o Vento', filme baseado na maior obra do escritor Érico Veríssimo, chegou neste fim de semana nos nossos cinemas e o Outros 300 esteve lá para acompanhar. Aproveitaremos e passaremos para vocês agora as nossas impressões. Confira-as abaixo.

O Tempo e o Vento

Um oásis no meio de tantas besteiras
Em época de enxurradas de filmes nacionais de comédia de baixa qualidade, 'O Tempo e o Vento' destoa por ser sério, bem filmado e interpretado.

Quantidade definitivamente não é qualidade. Apesar de o Brasil estar passando por um grande momento em seu cinema, com a produção de vários filmes, a qualidade do que nos tem sido apresentado tem estado muito abaixo da média. De comédias tolas, quase toscas, à adaptações das vidas (ou obras) de artistas pops com filmes de qualidade duvidosa, nosso cinema necessitava em 2013 de um filme como 'O Tempo e o Vento'. Posso garantir que o filme salvou o ano.   

O Tempo e o Vento - Foto

E olha que ele passa longe de ser brilhante, mas tem uma coisa que a maioria (para não ser radical e dizer todos) os outros filmes nacionais de 2013 não tiveram: Foi bem filmado. Se você for ao cinema para ver as aventuras do Capitão Rodrigo, pode ter a certeza de que se deparará com um produto bem elaborado e executado. Garanto: Você não vai sair do cinema com jeito de quem foi afrontado em sua capacidade intelectual!

Cena do filme 'O Tempo e o Vento', de Jayme Monjardim

A trama

O Tempo e o Vento é baseado na maior obra do escritor Érico Veríssimo. O filme conta a história da família Terra Cambará e de sua principal opositora, a família Amaral, durante 150 anos, começando nas Missões até o final do século XIX. Sob o ponto de vista da luta entre essas duas famílias, são retratadas a formação do Rio Grande do Sul, a povoação do território brasileiro e a demarcação de suas fronteiras, forjada a ferro e espada pelas lutas entre as coroas portuguesa e espanhola.

O Tempo e o Vento - Foto

Acertos

Fernanda Montenegro! Genial, só para variar! Compete à excepcional atriz a narrativa (sim narrativa) na primeira metade do filme. Somente com sua entonação de voz (e olhares quando a câmera a filma) a grande dama nos emociona e, principalmente, nos posiciona quanto aos acontecimentos  do filme.

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Percebam aqui que a trama é focada dentro da perspectiva de Bibiana (Fernanda Montenegro e Marjorie Estiano jovem) o que também é uma bola dentro, uma vez que, com isso, a narrativa foge de ser apenas um relato histórico e passa a ser um relato de vida, com lutas e batalhas vividas na pele.

Thiago Lacerda é Capitão Rodrigo, e o ator dá ao personagem o que ele "precisa": Sorrisos, charme e despojo. Características típicas do lendário guerrilheiro. No mais, Lacerda sempre se dá bem em personagens históricos, especialmente naqueles em que se pese ser heroico e bravo.

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A parte técnica do filme é brilhante e não medirei mesmo meus adjetivos quanto a isso. A fotografia em especial é linda. Emocionante. A filmagem de Jayme Monjardim, mestre nas cenas externas, é ressaltada especialmente nas paisagens e na luminosidade do sul do país o que é realmente lindo. Todas as cenas de batalhas são extremamente bem feitas, além de serem claras e informativas, sem serem didáticas.

Quem for das mais antigas vai sentir que houve bastante similaridades entre o filme e a minissérie que passou na Globo nos anos 80. Bem, eu tive essa impressão, mas não me decepcionei, longe disso até. A série da Globo foi ótima, logo basear-se em produto tão bem executado não é demérito e sim inteligência!

Erros

Por tentar fazer uma trama mais humana e menos histórica acabou-se focando-se demais nos romances (em especial no de Ana Terra e do índio Pedro) e deixou-se de lado toda parte do porque se motivaram as guerras (em especial a revolta Farroupilha). Justificavam-se os amores, mas não justificavam-se os horrores.

Querem condensar três partes quase distintas de trama em um único filme também deixou a coisa corrida e superficial demais. Era impossível se aprofundar muito em cada personagem pois ele "envelhecia" rápido demais.

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Cléo Pires e Marjorie Estiano ainda se mostram inconstantes. Brilhantes em alguns papéis, medíocres em outros. Dessa vez, para não soar muito rigoroso, digamos que as duas ficaram um degrau abaixo em relação a Lacerda e Montenegro, por exemplo.  

Repito e espero que fique claro. Empolguei-me, contudo fiz questão de pontuar que o filme não é brilhante nem nada. Mas tão somente que estamos vivendo um momento de filmes tão ruins no Brasil que pintar um 'O Tempo e o Vento' desse, ainda mais tão bem filmado como foi, que fica impossível passar impávido.

BAR CANTO DA ROÇA. SÁBADO TEM SHOW DA VIVA LAS VESGAS - ROCKABILLYBAND. NÃO PERCA!


Para quem curte o rock ‘n’ roll dos anos 50, aí vai uma boa notícia. Sábado, dia 05/10, às 19h, tem show da banda VIVA LAS VESGAS – ROCKABILLY BAND no bar Canto da Roça (Bar do Fabinho).

A banda tem repertório calcado nos primórdios do rock, com canções de Jerry Lee Lewis, Carl Perkins, Elvis Presley, Bill Halley, Johnny Cash, Gene Vincent, Wanda Jackson, Eddie Cochran e Johnny Burnette, entre outros.
Não perca! Long live rock ‘n’ roll!


SERVIÇO

Viva Las Vesgas – Rockabilly Band.

Data: 05/10 (Sábado).
Local: Canto da roça. Rua 1, s/n, Maracanã, Cariacica – ES (Após o OK Supermecado, próximo ao Posto de gasolina Maracanã, atrás do Empório das Madeiras).
Horário: 19h.
Valor: R$ 10,00.

ACADEMIA DE LET. HUMBERTO DE CAMPOS REALIZA SARAU NO PRÓX. DOMINGO. CONFIRA!


A Academia de Letras Humberto de Campos promoverá no próximo domingo, 06/10, às 18h, mais uma edição do SARAU DOMINGO POÉTICO. A abertura do evento será realizada pelo TRIO MOUSIKÁ, que apresentará "As Quatro Estações", de Astor Piazzolla.

Além do sarau poético que ocorrerá após a abertura do evento, haverá também, exposição de quadros (técnica óleo sobre tela) da artista Joyce Morais Bandeira.

Traga seus poemas e/ou textos e participe.

** ENTRADA FRANCA **

ACADEMIA DE LETRAS HUMBERTO DE CAMPOS
Rua 23 de Maio, nº 83, Prainha, Vila Velha/ES
Próximo à Rua de acesso ao Convento da Penha